Quem?

Gabriel TouegSou Gabriel Toueg. Jornalista. Brasileiro, de São Paulo. Mas cidadão do mundo, dizem. Tenho 32 anos. Aos 25, encaixotei meus livros, fiz as malas e me mudei para o Oriente Médio.

Morei três anos em Jerusalém, tensa e sagrada na mesma medida, e quatro na região de Tel Aviv, a cidade que os israelenses chamam de “bolha” – de tão psicologicamente afastada que está de tudo que estampa o noticiário sobre o país e a região.

Depois destes sete anos no Oriente Médio, estou de volta ao Brasil desde março de 2011. Em abril assumi como editor de internacional do portal estadão.com.br.

Em Israel e nos territórios nos quais um Estado palestino deverá ser criado (a Cisjordânia e a Faixa de Gaza), trabalhei durante boa parte desse período colaborando com a imprensa brasileira e estrangeira.

Também visitei algumas vezes o Egito – terra do meu pai e dos meus avós – e a Jordânia. Das minhas viagens. Leio muito. Em minha mais remota lembrança apareço debruçado sobre um livro qualquer. Dos meus livros.

Ainda quando estava no Oriente Médio, escrevi para o portal Terra Notícias e fiz frilas para os jornais O Estado de S. PauloFolha de S.PauloJornal do Brasil.

Colaborei ainda com as revistas Aventuras na HistóriaMarie Claire.  Publiquei textos também na revista Possível, já fechada, e na Piauí, em uma de suas primeiras edições. Para a Dezoito, publicação do Centro da Cultura Judaica, de São Paulo, fiz longas reportagens. Acesse meu currículo.

Fiz, também de Israel, uma deliciosa incursão de mais de quatro anos pelo mundo do rádio.  Comecei na parisiense Radio France Internationale (RFI), como correspondente em Israel para as redações em português do Brasil e de Portugal. Minha primeira cobertura foi a do plano de retirada de tropas e civis israelenses da Faixa de Gaza, depois de 38 anos de ocupação. Também cobri para a RFI a Segunda Guerra do Líbano (2006).

Mais tarde, fiz parte da rede de correspondentes internacionais da paulista Rede Eldorado de Rádio, do Grupo Estado. Durante um ano, com duas entradas diárias, contei ao público da rádio o que acontecia na região. Terminei a relação com a Eldorado quando veio a crise financeira que atingiu o mundo em 2009. Minha última cobertura foi a da guerra entre Israel e o Hamas, na Faixa de Gaza, mas voltei a fazer comentários nos anos seguintes.

Nesses anos, cobri importantes acontecimentos. Foram duas guerras, das quais vi mesmo “uma e meia”. A “meia” foi mais recente, entre o final de 2008 e o começo de 2009. O Exército israelense, que atacou o Hamas, não deixou os jornalistas entrarem no território até o final do conflito. A outra foi a Segunda Guerra do Líbano, que eu cobri estacionado a três quilômetros da fronteira entre os dois países, e circulando pelo norte de Israel.

Além de guerras, acompanhei de perto as questões que fazem o noticiário e o dia a dia no Oriente Médio. Em 2005 o então premiê israelense Ariel Sharon colocou em marcha o plano para sair da Faixa de Gaza. Houve eleições israelenses e palestinas. Importantes crises diplomáticas e mudanças políticas em países vizinhos. A questão do Irã nuclear. E visitas de lideranças brasileiras, como o presidente Lula, em março de 2010.

Sou também blogueiro, há pelo menos 8 anos, desde o 23a. Idade, minha primeira incursão no mundo dos blogs. Depois dele veio o Expresso Oriente, um canal que uso para contar o que acontece neste Oriente Médio e que, por um ou outro motivo, não aparece nas manchetes dos jornais ou nas ondas das rádios. Também fotografo. Veja imagens minhas trabalhando.

Criei esta página para “colocar ordem na casa” e para reunir alguns dos meus trabalhos já publicados, em texto e em áudio. Conto, também, histórias por trás das matérias, no blog.

(sk) gtoueg | (li) gabrieltoueg | (fb) gabriel.toueg | (tw) gtoueg
(w) tinyurl.com/gtoueg | (w) flavors.me/gtoueg
Cosa Nostra
Atualizado em abril de 2011